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 Título: JohnVeeJones presents Revolver: A era dos matadores
MensagemEnviado: 16/05/08 13:41 
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Essa fanfic não é de humor, é um lado sério que eu to levando. Não que eu não me interesse por fics de humor mais, longe disso, ainda são minhas favoritas.
Mas influências de filmes como Desejo de Matar (Charles Bronson) e jogos como Max Payne me fizeram escrever algo mais, como diria, 'Film Noir'.

http://documents.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=8311174&access_key=key-2k1aai4l0e97strog11j&
EDIT: Atualizado dia 23 de Novembro de 2008, com o capítulo 2 incluso.

Tá em PDF, não vo copiar pra postar aqui, sry. Prefiro assim.
Acho que provavelmente é a coisa mais pensada e estudada que eu ja escrevi. Digo, provavelmente a minha obra prima :P

To com ela engavetada já há algumas semanas, e não tinha postado em lugar algum.
Voltar pra cá me deu vontade de postar :)

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Editado pela última vez por JohnVeeJones em 23/11/08 00:12, em um Total de 1 vez.

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 Título: Re: JohnVeeJones presents Revolver: A era dos matadores
MensagemEnviado: 16/05/08 22:21 
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Confesso, John: eu, no limiar de minhas forças, já alquebrado de um dia de trabalhos de faculdade, resolvi visitar o fórum como que sem pretensão. Fui à área de fics, uma de minhas favoritas, e vi quatro delas antes de julgar que já tivera o bastante. Propunha a mim mesmo uma boa noite de sono, mas ao subir uma última vez a página me deti numa fic que parecia curiosa. Imediatamente, talvez por seu nome me remeter à Trigun, um anime que eu gosto muito, perguntei:

"Por que não?"

Me pus a entrar no tópico e, devido a meu cansaço, foi com alguma decepção que vi o tamanho da fic. Não, eu adoro ler, e admiro e gosto muito das fics longas, mas sem muita concentração não era possível ler algo do gênero. Mesmo assim, arrisquei a primeira página.

Despertando minha curiosidade, e com reminiscências de obras como "O Candidato" (por sinal desconhecida mas muito boa) aceitei, entre bocejos, ler mais uma página. Só mais uma, outro dia eu comentaria.

E outra, e outra. Quando me dei por mim, estava no meio do texto. Suspirando, e surpreso com o fato de ter acordado e me tornado atento, disse a mim mesmo:

"Bom, já que estou aqui..."

Olha, eu não tinha palavras ao acabar. Aliás, tinha. Mas eram estranhas. Digo isso pois, em geral, aponto as imperfeições de um texto e, para "fechar com chave de ouro", para usar um lugar-comum, dizer os pontos fortes. ora, pontos fortes haviam muitos. A fluidez do texto, a história desconstruída contada de forma crescente, o tom não enjoativo e literal dado ao texto, o fato de iniciar um pouco sombrio e terminar mais "luminoso", fugindo um pouco do padrão, a ortografia muito bem colocada, as idéias simples e fáceis de compreender, embora que carregam uma profundidade interessante, a não-repetição de palavras (salve raros casos, e mesmo assim não compromete, por ser nas falas de personagens), o tom natural, nada forçado, com que se desenvolve a trama, a simpatia que as personagens comuns mas muito bem elaboradas causam no leitor... Para não competir com sua fic em tamanho, eu pretendo encerrar por aqui, tá? Apenas menciono que são só alguns dos pontos positivos.

Pontos negativos? Vejamos... pode-se citar que a história se desenrola sem grandes ações (brigas, etc.) e num clima ameno, mas isso depende do gosto do leitor e não enceja, em si, um ponto negativo. Eu particularmente gosto de coisas cômicas e com ação, mas apreciei muito a história. É o mesmo que dar a um amante de ficção científica um filme de drama francês para assistir. Gosto é gosto, mas que não se pode negar o valor da fic, isso não. Aliás, eu me impressionei. Sério mesmo cara! Já leu "A mansão da Pedra Torta"? Ela é um clássico, e posso te assegurar que o autor não narra muito diferente que você. Com uma diferença: sua fic não é chata, monótona, entediante. Já o livro da Mansão da Pedra Torta... Bom, gosto é gosto.

Cara, eu curti demais! Vou até abrir uma excessão em posts meus e dar um presente a você: vou colocar um smile! (coisa que, se for procurar, eu dificilmente faço). Tá aí como eu fiquei depois de ler a fic: :=O: E um pouco depois ainda: :H:

Você já escreveu alguma outra fic? (ps: não adianta pedirem, eu não vou sair a essa hora pesquisando para ver). E, mais uma coisa que não pude deixar de perceber: o personagem principal... ele parece humano... (claro que parece, né? Mas termine de ler pra ver onde quero chegar) humano demais, quer dizer. Não duvido que sua imaginação seja fértil, mas algo nele me sugere que não é só um personagem jogado e 100% inventado... Você por acaso é católico? E... se não quiser responder a essa pergunta (tudo bem, você tem esse direito) só me diga: você de alguma forma partilha sentimentos, emoções, pensamentos... enfim, possui algumas similaridades com ele? Você se vê nele de algum jeito? E se eu puder chutar, eu diria que, para um personagem que age de forma tão espontânea e verossímil, a resposta seria "sim". Mas é só um chute...

Bom, é isso que eu queria dizer. Você possivelmente não compreenderia completamente, mas saiba que o simples fato de eu, com sono e cansado como estou agora, sem ânimo para fazer comentários engraçados nem revisar o post em busca de erros (devem ter alguns... muitos... por aí) estar escrevendo uma resposta, e uma desse tamanho, quer dizer que eu gostei muito, Muito, MUITO da sua fic. Só num vai largar ela por aí como outros fazem, né? Por favor!

Só pensando um pouquinho, talvez a única coisa que eu senti que a fic não combinou foi com a sua introdução no post. Não, num é problema nenhum com o texto, mas você disse "algo mais, como diria, 'Film Noir'". Filmes noir são mais sombrios, em mundos desprovidos de piedade, repleto de mazelas... O seu texto não me pareceu tão obscuro quanto um filme noir. Aliás, ele me pareceu, em especial da metade para a frente, até que bem revigorante, com paisagens verdes vistosas e tal. Mas como esse é o prólogo e o capítulo 1, ainda é cedo pra dizer, e só o autor mesmo é que sabe o quão "noir" vai ficar o texto. Espero que me surpreenda, pois apesar de muito promissor, não gostaria muito que continuasse com um "e o mocinho mata o bandido, se culpa e se casa com Marylin" apenas. Eu tenho espectativas de um clássico, e como tal, espero algo que me faça pensar "NOOSSSSS! CARA***! Essa era a última coisa que eu esperava!". Mas, novamente, não vou meter o bedelho onde não sou chamado. faça como quiser, que se mantiver o padrão de qualidade da primeira parte, o que não vejo razão para não acontecer, e até melhorar (porque nóis tem que cê umirde e aceitás que pode vazê mior...) eu já vou estar feliz, feliz. Cara, até o "Senhor dos Anéis" apareceu! Muito louco! Só uma pergunta, apesar de que já devo saber a resposta:
Texto escondido (pode conter spoilers): 
tudo se passa nos EUA? A única dúvida foi quando foram ver o jogo do Brasil, mas até aí, nada de mais.


Foi mal, mas agora eu não possuo muitas dicas para dar a você para melhorar ainda mais a fic. Por mais que você num tenha pedido, eu gosto de contribuir, mas tá difícil. O voábulário está ótimo, e não dá pra se reclamar (mas o que é ótimo pode ficar excelente, né?). Ainda assim, já tô pra lá de contente. Pontuação está exemplar. Acho que, se eu pudesse dar uma única dica que me pareceu válida, ela seria: não é obrigatório colocar a tal "flashback explicativa". Sim, eu sei: é seu estilo de escrita, e ajuda. Mas confie na inteligência do leitor nesse ponto também. Se você situar a história no tempo e depois citar um tempo anterior, ou
Texto escondido (pode conter spoilers): 
por exemplo estar dizendo que, em dia tal, a noiva morreu, e na próxima parte do livro ela estiver viva
, todos vão compreender que se trata de um flashback. Colocar um desses, e principalmente um "explicativo" parece redundante (você coloca um flashback para explicar algo. Senão por quê colocá-lo?). Sem o tal flashback (e corte o "explicativo") o texto prende ainda mais a atenção, eleva em alguns pontos a leitura. Ao menos é a minha opinião, mas se quiser faça uma pesquisa e pergunte o que outras pessoas acham disso.

Bom, é isso. Eu tô caindo de sono e pescando com a cabeça, bocejando e vendo duas telas na minha frente. Eu volto a dizer que CURTI DEMAIS! Continua, hein? Eu não escrevi um post desse tamanho pra nada (assim espero) e creio que você também não fez uma fic dessas pra nada (assim espero de novo). (ps: "de novo" é separado. Eu vi no texto "denovo", e como foi uma das únicas incorreções de gramática, achei bom citar pra prevenir).

Falou!

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 Título: Re: JohnVeeJones presents Revolver: A era dos matadores
MensagemEnviado: 16/05/08 23:15 
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Você não tem IDÉIA de como me deixou feliz ler o seu post.
Não só pelos elogios, mas pelas críticas, e principalmente pelas observações.
Antes de mais nada, perdoe-me pelo "denovo". Foi um deslize.
Vou colocar o restante da resposta em spoiler para ler quem tiver lido o texto, pq eu vou colocar spoilers do cap 1 aqui provavelmente.

Texto escondido (pode conter spoilers): 
E o fato do personagem ser humano... bom, talvez eu tenha que explicar isso mesmo.
Não vou mentir que eu coloquei MUITO de mim no personagem. A maneira de reagir, a maneira de pensar e, o cristianismo. Sim, eu sou católico praticante, e sim, eu achei importante colocar um detalhe desses na história.

Bem, o Tony e Eu temos MUITO em comum. Um exemplo é o fato dele ser extremamente passional. Qualquer sentimento mais confuso coloca ele num nó, o que acontece comigo quase que diariamente. Por exemplo, quando Marilyn se despede dele com um beijo, e vai correndo pra casa.

Muita gente iria correr atrás dela, pra saber o que ela pensa. Mas eu tava tão centrado no lugar do tony quando escrevi a história, que percebi que EU MESMO não reagiria assim. Porra, ele acabou de perder a esposa, é CEDO demais pra pensar em outra mulher. E Marilyn, bem... Marilyn é um aglomerado de mulheres que possuem as características que eu gosto (e não só físicamente, apesar de sempre aparecerem mulheres loiras nas minhas histórias). Marilyn é, também, passional. Decidida, age mais do que pensa, e sabe o que quer. Impõe sua vontade, sabe, é ponta firme. Isso é algo que eu acho FODA e RARO em mulher.

Fora Marilyn, minhas influências também têm seus toques no texto. Tanto nos nomes de personagens, quanto nos nomes de criaturas e nos acontecimentos, são reflexos de coisas que eu gosto. Sabe, homenagens à quem eu admiro, à fatos admiráveis e à coisas marcantes para mim.

Anthony 'Tony' Walker: Tony é uma homenagem ao personagem principal de Scarface, interpretado por Al Pacino: Tony Montana. É uma das minhas grandes inspirações pra me atrair por ação. Walker foi apenas um sobrenome aleatório que eu escolhi e percebi que, combinava até. Na personalidade, tem MUITO de mim, mas como já disse as referências, Max Payne e Paul Kersey são dois dos personagens-tipo que eu tou usando pra me basear (embasado na minha maneira de agir, eu acho).

Padre McCartney: McCartney né? É, Paul, é. Eu realmente tirei o sobrenome do Sir, e não me arrependo. :D

Paulie: Homenagem ao maior personagem já protagonizado por Charles Bronson: Paul Kersey. E também, uma maneira de homenagear o cunhado de Rocky Balboa, Paulie, outro grande personagem.

O cavalo Scadufax já tá comentado no próprio texto, o futebol é uma paixão que Tony e eu dividimos (tanto quanto ser fã do Romário), e Marilyn... bem, Marilyn é Marilyn, e isso é tudo que precisam saber.

Enfim, eu não quero abandonar essa Fic, não. Até pq, eu tou considerando isso como uma novela mesmo, e não mais uma Fic. Sabe, eu to gostando muito de escrever Revolver, e eu acho que é por aí mesmo que eu quero trilhar. Esse lado humano do Tony era aonde eu queria chegar, mesmo. Eu escrevi esse texto com tanto sentimento, sabe? Sem viadagem, é sério :P Escrevi firme, dei tudo de mim (acho que tem um pouco em todos os personagens, mas concentradíssimo no Tony), e acho que tá dando fruto.

Penso na história como um seriado de TV: cada capítulo é longo, duração de mais ou menos uma hora (umas dez ou onze páginas), e repleto de conteúdo. Só esse capítulo passou por localizações diferentes em diferentes épocas, e isso é um dos meus objetivos. Não ter medo de usar a criatividade, mantendo o realismo e a humanidade dos personagens.

Não vou colocar varas de condão, mágica ou etc. O que eu vou relatar é real, possível e, também, relatos de fé do Tony (que o leitor optará por acreditar, ou não, vou tentar fazer com que a escolha religiosa não interfira na leitura).


MUITO obrigado por ter lido até o fim, e eu quero informar que tou preparando o capítulo 2.
Demorei mais ou menos uma semana pra finalizar o capítulo 1, e mais umas 2 semanas pra criar coragem e postar em algum lugar. Tava com dó, passando pra algumas pessoas só, vendo o que achavam, se eu tava supervalorizando meu trabalho.

Graças à você, parece que eu não estou. :D Obrigado mesmo!
Essa é a minha obra prima, e eu não quero parar. Quero acabar.


Sobre outra fic:
Eu fiz a Forum Quest, uma fic de humor beeeem mais leve e bem conceituada no fórum, ganhei ZFA na época e tals.
Vê o link na minha assinatura e divirta-se. :D Originalmente, eu sou escritor de humor e comediante nas horas vagas.
Mas Revolver é um projeto sério, admirável até mesmo pra mim :D

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 Título: Re: JohnVeeJones presents Revolver: A era dos matadores
MensagemEnviado: 19/05/08 15:53 
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Supervalorizando? Num brinca com isso... As vezes alguém faz uma obra, especialmente quando se é pequeno e está na escolinha, e a professora diz "Que bonitinho!", mesmo sendo uma histórinha sem pé nem cabeça, só pra deixar o aluninho feliz. Isso é supervalorizar. Serve pra você deixar o outro felizinho.

Se supervalorizar é pior, porque nem sempre você sabe até que ponto a obra é boa e até que ponto é a sua vontade de achar que é boa. Mas eu ainda acho melhor supervalorizar do que menosprezar. Pode estar uma droga, mas pelo menos você vai ficar sabendo e (se tiver cabeça firme pra isso) vai aprender onde errou pra melhorar. Já o contrário é pior: imagina só se J.R.R. Tolkien tivesse olhado para o Hobbit e tivesse dito "Aff. Que lixo. Deixa eu esconder essa porcaria pra num passar vergonha...".

Mas pessoas que não se sentem obrigadas a elogiar obras, ou por não conhecer o autor (meu caso) ou por se acharem críticos literários, não iriam supervalorizar uma obra. Se eu falei que eu curti demais foi porquê eu senti isso. E, na verdade, eu achei que seria muita dó a fic Revolver ficar só como fic. Caramba, as editoras se digladiam pra lançarem Iracema! Isso é o fim do mundo! O problema é que, no Brasil, é mais fácil você virar jogador de futebol profissional do que lançar um livro (não vou ser idiota de dizer que só no Brasil é que isso acontece, mas acontece). Aliás, parte disso se deve ao fato de que 10% da população concentram 75% do capital. Ou seja, tem neguinho que num tem grana nem pra comer, que dirá pra comprar livro... Eu sei como é, já escrevi 3 livros de ficção medieval (A.K.A. "Livro parecido com Senhor dos Anéis" por aqui) e reconheço como é complicado ser um escritor iniciante... 4 a 5 meses pra registrar cada obra, mais um tempão mendigando na porta de editoras. Tudo isso para ouvir um "Olha, sua obra tem potencial, mas não é nossa linha editorial. O livro que você enviou será queimado para proteger o sigilo do original". Sabe o que é ficar sabendo que um desgraçado que você nunca viu se achou no direito de queimar a cópia de uma obra que demorou quase 1 ano e meio pra ser escrita?! Ou ainda os que são menos falsos dizem logo na cara: "Seu livro tem 337 páginas. O ideal são, no máximo, 250". Ou seja, eu teria de cortar quase 90 páginas. Ora, se eu coloquei essas 90 páginas no livro, "provavelmente" é porquê acho que são importantes. Como alguém me diz para "cortar" elas?!

Eu entendo seu esforço para escrever Revolver. Estou escrevendo meu 4º e 5º livros (nenhum publicado até agora! Viva! :=D: ) e sei que pra se editar um livro no Brasil (como em outros lugares) você precisa de uma coisa: Q.I. (Quem Indica). Ah, e se você num tiver, uma boa dose de paciência e muito bom humor.

Mas tirando isso, Revolver é um texto digno de um livro. Num to brincando não (nem tampouco supervalorizando). Quer fazer um teste? Compre um livro chamado Outubro Vermelho (adoro dar esse livro de exemplo, é um dos melhores do nosso amigo Tom). É um livro da série de Tom Clancy (sim, o mesmo de jogos como Rainbow Six, Vegas, Splinter Cell: Pandora Tomorow, etc.) e veja como ele escreve. Eu fiquei surpreso de reparar uma coisa: a forma como ele descreve cenários e personagens se parece (muito) com a sua. E a sua forma de descrever a história através da mente e da psicologia de Tony se assemelha com o modo de contar histórias de escritoras como Zélia Gatai (que faleceu na semana passada, autora de "Anarquistas Graças a Deus" e outros 14 livros). Ao menos é o que eu acho. Parece absurdo? Pois é, também pareceu pra mim. Mas leia eles e tire suas próprias conclusões. Talvez para o "Romance psicológico" de Zélia ainda falte um pouco (por outro lado muitas personagens que ela descreve são incrivelmente profundas na mente, mas nem nome tem. Você mal sabe, na maioria desses casos, como é o físico delas. Nem se são bonitas ou feias!). Mas para a forma de escrever e de descrever de Tom Clancy não há tantas diferenças assim (novamente, se quiser veja com seus próprios olhos).

Essa é a minha opinião. Não, a comparação com esses autores não é uma supervalorização. É uma constatação. E quanto a Revolver, pergunte para quantas pessoas quiser se ficou bom ou não. Eu estimo que, de dez, ao menos sete dirão que ficou, e pelo menos uma das três que disseram não dirá que "não é seu estilo". Faça o teste.

Bom, é isso aí. Continua em frente, hein? Eu já sou fã do Tony e estou na platéia. Acaba com eles, Tony! :=):

ps: eu percebi que você colocou bastante de si em seu personagem principal, em parte, porque o personagem das minhas obras, apesar de não falar explicitamente, dá a entender também que é católico e eu me esforço para me colocar em sua pele nas situações que enfrenta. E, sim, ficou bem claro para mim a razão de Tony não ter tentado nada com Marilyn. Eu provavelmente faria o mesmo. E, não, isso não é boiolice da minha parte (ou da de Tony, no caso). É só bom senso e um pouco de compreensão do mundo.

Eu apóio a idéia de, depois de você terminar de postar a fic completa aqui, fazê-la em formato de livro, registrá-la e tentar a sorte com uma editora. Seria uma pena manter Revolver na gaveta. Com certeza tem mais valor que muito livro publicado por aí. Se você mantiver a qualidade (e, como eu já disse, não vejo porque não, aliás, acredito que irá ficar ainda melhor) quem sabe seu livro num esteja bem visível em livrarias? (ora, alguém teve de escrever aqueles best-sellers das livrarias, concorda?). Por hora, eu quero continuar lendo! Eu quero mais! Agora vai, responde! "Então tá, um pouco mais!"

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 Título: Re: JohnVeeJones presents Revolver: A era dos matadores
MensagemEnviado: 27/05/08 07:16 
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Hmm... curti (H)
Mais um dia como qualquer um na minha vida: estava aqui, sem nada pra fazer, então decidi: Vou ler fics =)
Escolhi a sua. E li até o final.
A sua fic tem uma história, que pelo jeito, é e será bem bolada mesmo, com personagens humanos (no sentido mental e emocional. Pois tem fic em que os personagens são supostamente "humanos", mas agem feito máquinas :=_=: ), amena e gostosa de ler. O começo dá a impressão de uma história mais para "o lado sombrio da Força" (:H:), enquanto o final já é mais alegre e tal...
Sobre as críticas, tenho apenas algumas. Evite colocar parênteses na narrativa, fica um pouco estranho. Você apenas colocou uma vez...
Texto escondido (pode conter spoilers): 
"no estádio do Pesadena (o Rose Bowl)".
Você poderia colocar "no estádio do Pesadena, conhecido também como Rose Bowl"


Em narração de primeira pessoa, ainda mais, não fica muito usual. Também achei desnecessário o uso de "[Flashback Explicativo]". Eu por exemplo, quando quero colocar um Flashback na história, pulo uma linha. Funciona, acredite :H:
E, só para confirmar, sabe que o Epílogo significa a "Conclusão" da história, né? XD A introdução estaria mais pra Prólogo, Prefácio...

Você gosta dos Beatles? Não pude deixar pelo nome de dois personagens, Paulie e o Padre McCartney. Paulie seria Paul, certo? Paul McCartney, risos (H)

Continue sua fic, irei acompanhá-la, está muito boa, curti 8D

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 Título: Re: JohnVeeJones presents Revolver: A era dos matadores
MensagemEnviado: 27/05/08 12:25 
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Sylar: Nossa! Obrigado!
Só agora que percebi que confundi Prólogo e Epílogo, que merds.
=( Vou consertar isso. No mais, obrigado pelas dicas. O uso de parênteses é algo que eu também não gosto, mas pelo uso rotineiro acabou saindo quase que automaticamente... vou tomar mais cuidado com isso.
Os colchetes pra exemplificar o FlashBack eram pois, no início, minha intenção era fazer um roteiro, e não uma história. Depois fui arrumando a organização pra fitar bem um pdf como livros mesmo, e acabei por deixando os flashbacks por não pensar que eles fossem fazer mal algum. O Pepi deu uma dica boa quanto à isso, e você complementou, agradeço.

Leia a resposta ao Pepi, eu explico a inspiração para os nomes dos personagens :) No mais, eu sou fã dos Beatles, mas Paulie não é graças ao paul. :D

Pepi: Só quero que saiba que esse seu segundo post tá servindo um bocado. Tenho conversado com mais pessoas que leram, e também me indicaram livros, inclusive alguns iguais aos que você indicou. E eu to indo atrás disso. To fazendo o capítulo 2, sim, mas não vou lançar uma previsão aqui de quando fica pronto pra não correr o risco de furar. No mais, quando eu postar, com certeza ficarão sabendo. Abraço, e obrigado!

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 Título: Re: JohnVeeJones presents Revolver: A era dos matadores
MensagemEnviado: 23/11/08 00:11 
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6 meses depois, capítulo 2.
http://documents.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=8311174&access_key=key-2k1aai4l0e97strog11j&
a partir da página 15. atualizei o 1o post.
Desculpem pelo atraso, mas leiam :)

E, oi :D

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