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 Título: [Poema]Morrendo em um Mar de Rosas Envenenadas
MensagemEnviado: 27/12/09 22:54 
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Morrendo em um Mar de Rosas Envenenadas

Boiando em um mar de rosas
Cujo perfume me atrái e me ilude,
Até esqueço dos espinhos que alí existem
E que estão a me perfurar,e eu não tomo nenhuma atitude.

Escapar é quase impossivel,
Fui pego pelas suas trepadeiras
E arrastado para seu jardim envenenado;
Me torturas como isso fosse uma brincadeira!

Na solidão daquele jardim,
Cujo qual me abandonastes
Onde as cores das rosas e de meu sangue se misturam,
Tudo isso por esquecer que comigo já sonhastes.

Talvez tudo que pensei fosse ilusão,
Mas esta dor é tão doce e amarga,
Sendo observado e dando dó a Lua Branca,
Tudo porque pensei que te amava.

Como queria poder cortar este laço;
Nunca combinamos,não nos amavamos;
Maldito coração em chamas
Que se derretia quando apenas nos olhavamos.

Estou acordado a desejar
Que não quero saber o que estas vendo.
Sabe o que sinto,o que vejo?
Sei que nós estamos morrendo.

Continuo esperando,
Aguardo a sua chegada;
Mas não mais estou chorando:
Tu não é mais a minha amada.

Mas essa duvida ainda paira no ar,
Simplismente venha,ex-amada,
Se não pudermos nos beijar,
Saberei que já não temos mais nada.

Sob a Lua,sobre este mar de rosas,
Continuo aqui,esperando;
Quero apenas ver se daqui a pouco,
Não estaremos nos beijando.

A tensão vai aumentando,
O ódio e o amor igualmente crescendo,
É o que me faz continuar te amando,
Mesmo agora,que estou morrendo.

Sob a lua,sobre este mar de rosas,
Queria arrancar uma dessas rosas e cantar uma canção,
Seria uma serenata,depois iriamos aqui mesmo nos amar,
Mas não dá,com um espinho,destruiu meu coração.

Este poema é meu testamento,
Aqui explico meus receios,
Também guardo meus desejos,
E fico te amando e sofrendo.

Sou o Clichê,
Sou a contradição,
Sob a Lua e sobre as rosas,
Quero ser seu incestuoso irmão.

Agnus Cavichioli Pereira
17/12/2009

--------------------------------------------------------

Yo,um poeminha que eu fiz pensando em 4 garotas e ouvindo 2 musicas de rock e
2 românticas espanholas.
Tá meio estranho,mas tá aí.Um biscoito de limão pra quem descobrir qual a estrofe
que me descreve!(EASY :=D: )

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 Título: Re: [Poema]Morrendo em um Mar de Rosas Envenenadas
MensagemEnviado: 27/12/09 22:59 
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Seiya de Pégaso não ficaria muito feliz ao ler esse poema.


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 Título: Re: [Poema]Morrendo em um Mar de Rosas Envenenadas
MensagemEnviado: 27/12/09 23:11 
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Melchior Valentine escreveu:
Seiya de Pégaso não ficaria muito feliz ao ler esse poema.


Explica ai tio,pq eu nunca vi CdZ...Odiava aquilo!

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 Título: Re: [Poema]Morrendo em um Mar de Rosas Envenenadas
MensagemEnviado: 27/12/09 23:40 
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O Seiya teve uns problemas com rosas envenenadas na Saga das Doze Casas. Veja a partir dos 3:15 deste vídeo:


6f_92LB3LM8


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 Título: Re: [Poema]Morrendo em um Mar de Rosas Envenenadas
MensagemEnviado: 28/12/09 11:08 
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Realmente,acho que ele passava longe do meu poeminha ou de qualquer jardim depois dessa.
^^

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 Título: Re: [Poema]Morrendo em um Mar de Rosas Envenenadas
MensagemEnviado: 28/12/09 14:04 
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Cara, o texto pode até estar carregado de sentimento e ser bem introspectivo, mas ele tem problemas na estética e estilo que o afastam tanto dos ideais dos poemas e poesias.
Apesar de ser escrito em versos, falta-lhe musicalidade, essencial a todos os poemas. Métrica irregular, versos brancos, rimas pobres... Todos esses "erros parnasianos" estão presentes em seu poema, mas não são, de fato, um problema, como bem nos mostrou o modernismo. Mas, mesmo que o movimento literário modernista tenha acabado com esses padrões rígidos, não tirou dos poemas a musicalidade própria deles - a qual o seu texto falha em alcançar.
Seu texto também não é, para mim, uma poesia, porque não desperta em mim sentimento algum. O poema é a forma, a poesia o sentimento; se um poema não desperta sentimento no leitor, o texto é somente poema, não tem poesia. Esse foi o caso comigo. Claro, esses aspectos são mais pessoais e inerentes a cada pessoa.

E pare de ouvir músicas românticas espanholas, não fazem bem à mente.

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 Título: Re: [Poema]Morrendo em um Mar de Rosas Envenenadas
MensagemEnviado: 28/12/09 14:43 
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Devo dizer que concordo em grande parte com o Gawges(com excessão às músicas espanholas, já que não conheço tantas delas assim...), mas honestamente para mim faltou conteúdo... quer dizer... tem partes no poema que (para mim) perdem a linha de raciocínio do poema.

Ah, alguns toques:


Citação:
Sabe o que sinto,o que vejo?
Sei que nós estamos morrendo.


Aqui um exemplo da quebra de compasso no texto.

Citação:
Mas essa duvida ainda paira no ar,
Simplismente venha,ex-amada,
Se não pudermos nos beijar,
Saberei que já não temos mais nada.

Sob a Lua,sobre este mar de rosas,
Continuo aqui,esperando;
Quero apenas ver se daqui a pouco,
Não estaremos nos beijando.


Linha de raciocínio foi pras cucuias aqui. Você passa de um pessimismo a um otimismo de uma estrofe para outra. Se a pessoa não está completamente centrada no poema, ela se perde nesse ponto. Se você quer escrever algo na internet, tenha em mente que a pessoa que vai ler o que você escreveu nem sempre estará prestando a atenção que você gostaria que ela prestasse e que se você precisa se explicar a alguém depois de escrever qualquer coisa, a obra deixa de falar por si mesma e o ato de escrever perde o sentido

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" Quando o mundo for reduzido a um único lenho negro para nossos quatro olhos pasmados —, a uma praia para duas crianças fiéis —, a uma casa musical para nossa clara simpatia —, eu o encontrarei.
Haja sobre a terra apenas um velho solitário, calmo e belo, rodeado de um "luxo extraordinário" — e estarei a seus pés.
Assim que tiver imaginado todas as suas lembranças —, seja eu aquela que sabe estrangulá-lo —, eu o sufocarei."
Arthur Rimbaud

"Primeiro chegam sorrisos, depois mentiras. Por último o tiroteio"
Roland de Gilead, A Torre Negra - Stephen King


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 Título: Re: [Poema]Morrendo em um Mar de Rosas Envenenadas
MensagemEnviado: 28/12/09 14:51 
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caiobex escreveu:
Citação:
Mas essa duvida ainda paira no ar,
Simplismente venha,ex-amada,
Se não pudermos nos beijar,
Saberei que já não temos mais nada.

Sob a Lua,sobre este mar de rosas,
Continuo aqui,esperando;
Quero apenas ver se daqui a pouco,
Não estaremos nos beijando.


Linha de raciocínio foi pras cucuias aqui. Você passa de um pessimismo a um otimismo de uma estrofe para outra. Se a pessoa não está completamente centrada no poema, ela se perde nesse ponto. Se você quer escrever algo na internet, tenha em mente que a pessoa que vai ler o que você escreveu nem sempre estará prestando a atenção que você gostaria que ela prestasse e que se você precisa se explicar a alguém depois de escrever qualquer coisa, a obra deixa de falar por si mesma e o ato de escrever perde o sentido
Discordo totalmente de você nesse ponto. Quer dizer que agora eu devo escrever pensando na burrice dos internautas? Devo me abster totalmente de artifícios literários como paradoxos e antíteses porque "a pessoa que vai ler não prestará atenção"? Se a pessoa não vai prestar atenção no texto que lê, a opinião dela é dispensável. Ser claro e conciso é uma coisa; ser simplista e medíocre é outra totalmente diferente. O texto fala por si só independentemente da má-vontade de alguns leitores.

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 Título: Re: [Poema]Morrendo em um Mar de Rosas Envenenadas
MensagemEnviado: 28/12/09 14:52 
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Sou o Cliche,
sou a contradição


Isso resume o poema.

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Attollite portas, principes, vestras
et elevamini, portae aeternales
et introibit rex gloriae
Qius est iste Rex glorie?

Qu'est ce que tu vas chercher?
Le bien par le mal, la vertu par le vice?
Es-tu diabolique ou divin?


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 Título: Re: [Poema]Morrendo em um Mar de Rosas Envenenadas
MensagemEnviado: 28/12/09 15:05 
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Gawges escreveu:
caiobex escreveu:
Citação:
Mas essa duvida ainda paira no ar,
Simplismente venha,ex-amada,
Se não pudermos nos beijar,
Saberei que já não temos mais nada.

Sob a Lua,sobre este mar de rosas,
Continuo aqui,esperando;
Quero apenas ver se daqui a pouco,
Não estaremos nos beijando.


Linha de raciocínio foi pras cucuias aqui. Você passa de um pessimismo a um otimismo de uma estrofe para outra. Se a pessoa não está completamente centrada no poema, ela se perde nesse ponto. Se você quer escrever algo na internet, tenha em mente que a pessoa que vai ler o que você escreveu nem sempre estará prestando a atenção que você gostaria que ela prestasse e que se você precisa se explicar a alguém depois de escrever qualquer coisa, a obra deixa de falar por si mesma e o ato de escrever perde o sentido
Discordo totalmente de você nesse ponto. Quer dizer que agora eu devo escrever pensando na burrice dos internautas? Devo me abster totalmente de artifícios literários como paradoxos e antíteses porque "a pessoa que vai ler não prestará atenção"? Se a pessoa não vai prestar atenção no texto que lê, a opinião dela é dispensável. Ser claro e conciso é uma coisa; ser simplista e medíocre é outra totalmente diferente. O texto fala por si só independentemente da má-vontade de alguns leitores.


O que eu quis dizer é que se o leitor não entender o que você quis dizer sendo que, nesse caso, a intenção era a de se entender o poema, o texto falhou. Além do que o texto utiliza de recursos manjados e, citando o tyket no chat, rimas pobres(rimas com verbos, ainda mais no gerundio que é a coisa mais facil de rimar).
Ainda mais porque nesse texto clareza e concisão falham em alguns pontos. Enfim... juro que não percebi que o que eu disse iria soar como se eu estivesse dizendo "faça uma poesia fraca", mas sim "faça algo mais legível" não do ponto de vista poético, mas gramatical. Coisas como o meu primeiro quote ao poema e brincar de mudar de primeira para segunda pessoa do singular dificultam a leitura.

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Assim que tiver imaginado todas as suas lembranças —, seja eu aquela que sabe estrangulá-lo —, eu o sufocarei."
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 Título: Re: [Poema]Morrendo em um Mar de Rosas Envenenadas
MensagemEnviado: 28/12/09 18:44 
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Olha, o texto dele estava bem inteligível para mim. De fato, havia erros ortográficos aos montes, mas, apesar de irritantes, não dificultavam a compreensão. O problema é que o poema é fraco mesmo. Não diria que devido ao usode rimas pobres, versos brancos e métrica irregular, já que os poetas modernistas colocaram por terra esse conceito parnasiano de poema - Oswald de Andrade chegava a fazer poemas em que os versos terminavam sempre com a mesma palavra, o que é "pior" do que uma rima pobre. Para mim o detalhe principal é a quase ausência de musicalidade. Isso sem contar o uso de clichês comuns, como bem citou a Cos, o que dificulta a transformação do "poema" em poesia.

Quanto a mudança da pessoa verbal, não entendo como isso poderia dificultar a compreensão do texto. Inclusive, considero um recurso literário interessante - a alternância entre terceira e segunda pessoa em O Príncipe, de Maquiavel, por exemplo, era um dos elementos mais interessantes do livro.

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 Título: Re: [Poema]Morrendo em um Mar de Rosas Envenenadas
MensagemEnviado: 14/01/10 12:09 
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Mas essa duvida ainda paira no ar,
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Se não pudermos nos beijar,
Saberei que já não temos mais nada.

Sob a Lua,sobre este mar de rosas,
Continuo aqui,esperando;
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Linha de raciocínio foi pras cucuias aqui. Você passa de um pessimismo a um otimismo de uma estrofe para outra. Se a pessoa não está completamente centrada no poema, ela se perde nesse ponto. Se você quer escrever algo na internet, tenha em mente que a pessoa que vai ler o que você escreveu nem sempre estará prestando a atenção que você gostaria que ela prestasse e que se você precisa se explicar a alguém depois de escrever qualquer coisa, a obra deixa de falar por si mesma e o ato de escrever perde o sentido
Discordo totalmente de você nesse ponto. Quer dizer que agora eu devo escrever pensando na burrice dos internautas? Devo me abster totalmente de artifícios literários como paradoxos e antíteses porque "a pessoa que vai ler não prestará atenção"? Se a pessoa não vai prestar atenção no texto que lê, a opinião dela é dispensável. Ser claro e conciso é uma coisa; ser simplista e medíocre é outra totalmente diferente. O texto fala por si só independentemente da má-vontade de alguns leitores.


O que eu quis dizer é que se o leitor não entender o que você quis dizer sendo que, nesse caso, a intenção era a de se entender o poema, o texto falhou. Além do que o texto utiliza de recursos manjados e, citando o tyket no chat, rimas pobres(rimas com verbos, ainda mais no gerundio que é a coisa mais facil de rimar).
Ainda mais porque nesse texto clareza e concisão falham em alguns pontos. Enfim... juro que não percebi que o que eu disse iria soar como se eu estivesse dizendo "faça uma poesia fraca", mas sim "faça algo mais legível" não do ponto de vista poético, mas gramatical. Coisas como o meu primeiro quote ao poema e brincar de mudar de primeira para segunda pessoa do singular dificultam a leitura.


Hum...Ok,Entendi.E sobre a parte de passa de triste pra feliz,essa foi a intenção. '-'
Cosplayer escreveu:
Citação:
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sou a contradição


Isso resume o poema.

Isso ME resume.
Gawges escreveu:
Cara, o texto pode até estar carregado de sentimento e ser bem introspectivo, mas ele tem problemas na estética e estilo que o afastam tanto dos ideais dos poemas e poesias.
Apesar de ser escrito em versos, falta-lhe musicalidade, essencial a todos os poemas. Métrica irregular, versos brancos, rimas pobres... Todos esses "erros parnasianos" estão presentes em seu poema, mas não são, de fato, um problema, como bem nos mostrou o modernismo. Mas, mesmo que o movimento literário modernista tenha acabado com esses padrões rígidos, não tirou dos poemas a musicalidade própria deles - a qual o seu texto falha em alcançar.
Seu texto também não é, para mim, uma poesia, porque não desperta em mim sentimento algum. O poema é a forma, a poesia o sentimento; se um poema não desperta sentimento no leitor, o texto é somente poema, não tem poesia. Esse foi o caso comigo. Claro, esses aspectos são mais pessoais e inerentes a cada pessoa.

E pare de ouvir músicas românticas espanholas, não fazem bem à mente.
Gawges escreveu:
Olha, o texto dele estava bem inteligível para mim. De fato, havia erros ortográficos aos montes, mas, apesar de irritantes, não dificultavam a compreensão. O problema é que o poema é fraco mesmo. Não diria que devido ao usode rimas pobres, versos brancos e métrica irregular, já que os poetas modernistas colocaram por terra esse conceito parnasiano de poema - Oswald de Andrade chegava a fazer poemas em que os versos terminavam sempre com a mesma palavra, o que é "pior" do que uma rima pobre. Para mim o detalhe principal é a quase ausência de musicalidade. Isso sem contar o uso de clichês comuns, como bem citou a Cos, o que dificulta a transformação do "poema" em poesia.

Quanto a mudança da pessoa verbal, não entendo como isso poderia dificultar a compreensão do texto. Inclusive, considero um recurso literário interessante - a alternância entre terceira e segunda pessoa em O Príncipe, de Maquiavel, por exemplo, era um dos elementos mais interessantes do livro.


Entendi,o principal problema foi a musicalidade.Vou tentar arrumar isso no próximo poema.Mas realmente é dificil fazer tudo isso quando se tá grogue de sono xD.

Grato pelas criticas.^^

E gawges...Mana OWNA.;)

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 Título: Re: [Poema]Morrendo em um Mar de Rosas Envenenadas
MensagemEnviado: 31/01/10 12:13 
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A ultima estrofe é a que te descreve

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 Título: Re: [Poema]Morrendo em um Mar de Rosas Envenenadas
MensagemEnviado: 03/02/10 10:17 
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Não acho que a musicalidade seja essencial ao poema. A poesia concretista está aí para mostrar isso. E acho que musicalidade é algo muito relativo.

Quanto ao poema: não gostei. Rimas fracas e sem graça, assim como o poema como um todo. Mas eu não sou muito fã de poemas, então talvez minha opinião seja meio dispensável. Eu acho que falta emoção e rimas mais caprichadas (ou ausência delas). Falta um sentido e mais coração, porque eu também não senti nada lendo isso...

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